PALESTRAS/REUNIÕES PÚBLICAS

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PALESTRAS/REUNIÕES PÚBLICAS - Às 4ª e 6ª feiras às 20 hs. e aos sábados às 15 hs

MARÇO - 2013

6ª feira -01 - Expositor/Tema: Jorgina Souza/Encarnação uma Lei Divina

Sábado - 02 - Expositor/Tema: Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo

4ª feira - 06 -
Expositor/Tema: Luiz Antonio A de Souza/A Casa Espírita esta atendendo à causa Espírita?

6ª feira - 08 -
Expositor/Tema: Stela Pereira/Voz da Consciência

Sábado - 09 -Expositor/Tema: Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo

4ª feira - 13 -
Expositor/Tema:Deuza Nogueira/Justiça social: uma questão de amor ao próximo

6ª feira - 15 - Expositor/Tema: Eduardo Henrique/A fórmula da caridade

Sábado - 16 - Expositor/Tema: Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo

4ª feira - 20 -
Expositor/Tema: Wilsom Ribeiro/A fé transporta montanhas

6ª feira - 22 - Expositor/Tema:Rosane Moreira/O Evangelho e a atualidade

Sábado - 23 - Expositor/Tema: Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo

4ª feira - 27 - Expositor/TemaCláudio Amaral/Despertar da Consciência: uma nova visão da vida

6ª feira - 29 - Expositor/Tema: Prece aos Desencarnados - Marcos Nunes/Vigiemos e Oremos-Parábola dos 1º Lugares

Sábado - 30 - Expositor/Tema: Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo



ESDE - ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA
Dia/Horário: todas as 2ª feiras às 19 hs

(São comtemplados todos os livros do Pentateuco, com os alunos divididos em grupos de estudo)


ESTUDO DAS OBRAS DE ANDRÉ LUIZ
Todas as 6ª feiras às 18:30h


ATENDIMENTO FRATERNO
ÀS 6ª feiras à partir das 18 hs.





terça-feira, 6 de setembro de 2011

No Bosque das Águas (Nosso Lar)


Nosso Lar – Livro psicografado por Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz

NO BOSQUE DAS ÁGUAS – Capítulo 10

Dado o meu interesse crescente pelos processos de alimentação, Lísias convidou:
- Vamos ao grande reservatório da colônia. Lá observará coisas interessantes. Verá que a água é quase tudo em nossa estância de transição.
Curiosíssimo, acompanhei o enfermeiro sem vacilar.
Chegados a extenso ângulo da praça, o generoso amigo acrescentou:
- Esperemos o aeróbus.
Mal me refazia da surpresa, quando surgiu grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros.
Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Constituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, parecendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte.
Lísias não me deu tempo a indagações. Aboletados convenientemente no recinto confortável, seguimos Silenciosos. Experimentava a timidez natural do homem desambientado, entre desconhecidos. A velocidade era tanta que não permitia fixar os detalhes das construções escalonadas no extenso percurso. A distância não era pequena, porque só depois de quarenta minutos, incluindo ligeiras paradas de três em três quilômetros, me convidou Lísias a descer, sorridente e calmo.
Deslumbrou-me o panorama de belezas sublimes. O bosque, em floração maravilhosa, embalsamava o vento fresco de inebriante perfume.
Tudo em prodígio de cores e luzes cariciosas. Entre margens bordadas de grama viçosa, toda esmaltada de azulíneas flores, deslizava um rio de grandes proporções. A corrente rolava tranqüila, mas tão cristalina que parecia tonalizada em matiz celeste, em vista dos reflexos do firmamento.
Estradas largas cortavam a verdura da paisagem. Plantadas a espaços regulares, árvores frondosas ofereciam sombra amiga, à maneira de pousos deliciosos, na claridade do Sol confortador. Bancos de caprichosos formatos convidavam ao descanso.
Notando o meu deslumbramento, Lísias explicou:
- Estamos no Bosque das Águas. Temos aqui uma das mais belas regiões de "Nosso Lar". Trata-se de um dos locais prediletos para as excursões dos amantes, que aqui vêm tecer as mais lindas promessas de amor e fidelidade, para as experiências da Terra.
A observação ensejava considerações muito interessantes, mas Lísias não me deu azo a perguntas nesse particular. Indicando um edifício de enormes proporções, esclareceu:
- Ali é o grande reservatório da colônia. Todo o volume do Rio Azul, que temos à vista, é absorvido em caixas imensas de distribuição. As águas que servem a todas as atividades da colônia partem daqui. Em seguida, reúnem-se novamente, abaixo dos serviços da Regeneração, e voltam a constituir o rio, que prossegue o curso normal, rumo ao grande oceano de substâncias invisíveis para a Terra.
Percebendo-me a indagação íntima, acrescentou:
- Com efeito, a água aqui tem outra densidade. Muito mais tênue, pura, quase fluídica.
Notando as magníficas construções que me fronteavam, interroguei:
- A que Ministério está afeto o serviço de distribuição?
- Imagine - elucidou Lísias - que este é um dos raros serviços materiais do Ministério da União Divina!
- Que diz? - perguntei, ignorando como conciliar uma e outra coisa.
O visitador sorriu e obtemperou prazenteiro:
- Na Terra quase ninguém cogita seriamente de conhecer a importância da água. Em "Nosso Lar", contudo, outros são os conhecimentos.
Nos círculos religiosos do planeta, ensinam que o Senhor criou as águas. Ora, é lógico que todo serviço criado precisa de energias e braços para ser convenientemente mantido.
Nesta cidade espiritual, aprendemos a agradecer ao Pai e aos seus divinos colaboradores semelhante dádiva. Conhecendo-a mais intimamente, sabemos que a água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Aqui, ela é empregada sobretudo como alimento e remédio.
Há repartições no Ministério do Auxílio absolutamente consagradas à manipulação de água pura, com certos princípios suscetíveis de serem captados na luz do Sol e no magnetismo espiritual. Na maioria das regiões da extensa colônia, o sistema de alimentação tem aí suas bases. Acontece, porém, que só os Ministros da União Divina são detentores do maior padrão de Espiritualidade Superior, entre nós, cabendo-lhes a magnetização geral das águas do Rio Azul, a fim de que sirvam a todos os habitantes de "Nosso Lar", com a pureza imprescindível. Fazem eles o serviço inicial de limpeza e os institutos realizam trabalhos específicos, no suprimento de substâncias alimentares e curativas.
Quando os diversos fios da corrente se reúnem de novo, no ponto longínquo, oposto a este bosque, ausenta-se o rio de nossa zona, conduzindo em seu seio nossas qualidades espirituais.
Eu estava embevecido com as explicações.
- No planeta - objetei -, jamais recebi elucidações desta natureza.
- O homem é desatento, há muitos séculos - tornou Lísias;
 - o mar equilibra-lhe a moradia planetária, o elemento aquoso fornece-lhe o corpo físico, a chuva dá-lhe o pão, o rio organiza-lhe a cidade, a presença da água oferece-lhe a bênção do lar e do serviço; entretanto, ele sempre se julga o absoluto dominador do mundo, esquecendo que é filho do Altíssimo, antes de qualquer consideração. Virá tempo, contudo, em que copiará nossos serviços, encarecendo a importância dessa dádiva do Senhor.
Compreenderá, então, que a água, como fluido criador, absorve, em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, meu amigo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênção de vida, mas constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amarguras, ódios e ansiedades dos homens, lavando-lhes a casa material e purificando-lhes a atmosfera íntima.
Calou-se o interlocutor em atitude reverente, enquanto meus olhos fixavam a corrente tranqüila a despertar-me sublimes pensamentos.

A Caridade Pela Língua


LIVRO DOS MÉDIUNS – Item 252
A OBSESSÃO – E A IMPERFEIÇÃO MORAL DO OBSIDIADO

A CARIDADE PELA LÍNGUA

252. As imperfeições morais do obsidiado constituem, freqüentemente, um obstáculo à sua libertação. Aqui vai um exemplo notável, que pode servir para instrução de todos.
Havia umas irmãs que se encontravam, desde alguns anos, vítimas de depredações muito desagradáveis. Suas roupas eram incessantemente espalhadas por todos os cantos da casa e até pelos telhados, cortadas, rasgadas e crivadas de buracos, por mais cuidado que tivessem em guardá-las à chave.
 Essas senhoras, vivendo numa pequena localidade de província, nunca tinham ouvido falar de Espiritismo.
A primeira idéia que lhes veio foi, naturalmente, a de que estavam às voltas com brincalhões de mau gosto. Porém, a persistência e as precauções que tomavam lhes tiraram essa idéia.
Só muito tempo depois, por algumas indicações, acha acharam que deviam procurar-nos, para saberem a causa de tais depredações e lhes darem remédio, se fosse possível.
Sobre a causa não havia dúvida; o remédio era mais difícil.
O Espírito que se manifestava por semelhantes atos era evidentemente malfazejo. Evocado, mostrou-se de grande perversidade e inacessível a qualquer sentimento bom.
 A prece, no entanto, pareceu exercer sobre ele uma influência salutar.

Mas, após algum tempo de interrupção, recomeçaram as depredações. Eis o conselho que a propósito nos deu um Espírito superior:

“O que essas senhoras têm de melhor a fazer é rogar aos Espíritos seus protetores que não as abandonem. Nenhum conselho melhor lhes posso dar do que o de dizer-lhes que desçam ao fundo de suas consciências, para se confessarem a si mesmas e verificarem se sempre praticaram o amor do próximo e a caridade.
Não falo da caridade que consiste em dar e distribuir, mas da caridade da língua; pois, infelizmente, elas não sabem conter as suas e não demonstram, por atos de piedade, o desejo que têm de se livrarem daquele que as atormenta. Gostam muito de maldizer do próximo e o Espírito que as obsidia toma sua desforra, porquanto, em vida, foi para elas um burro de carga.
Pesquisem na memória e logo descobrirão quem ele é.
Entretanto, se, conseguirem melhorar-se, seus anjos guardiães se aproximarão e a simples presença deles bastará para afastar o mau Espírito, que não se agarrou a uma delas em particular, senão porque o seu anjo guardião teve que se afastar, por efeito de atos repreensíveis, ou maus pensamentos. O que precisam é fazer preces fervorosas pelos que sofrem e, principalmente, praticar as virtudes impostas por Deus a cada um, de acordo com a sua condição.”

 Como ponderássemos que essas palavras pareciam um tanto severas e que talvez fosse conveniente adoçá-las, para serem transmitidas, o Espírito acrescentou:
“Devo dizer o que digo e como digo, porque as pessoas de quem se trata têm o hábito de supor que nenhum mal fazem com a língua, quando o fazem muitíssimo. Por isso, preciso é ferir-lhes o Espírito, de maneira que lhes sirva de advertência séria.”

Ressalta do que fica dito um ensinamento de grande alcance: que as imperfeições morais dão azo à ação dos Espíritos obsessores e que o mais seguro meio de a pessoa se livrar deles é atrair os bons pela prática do bem. Sem dúvida, os bons Espíritos têm mais poder do que os maus, e a vontade deles basta para afastar estes últimos; eles, porém, só assistem os que os secundam pelos esforços que fazem por melhorar-se, sem o que se afastam e deixam o campo livre aos maus, que se tornam assim, em certos
casos, instrumentos de punição, visto que os bons permitem que ajam para esse fim.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Nossa Agenda de Palestras set/out 2011

Nossa Agenda Bimestral de Palestras
SETEMBRO
DIA/HORA
EXPOSITOR
TEMA
6ª feira
02
20h
Gilsom Bordalo
Família e Sociedade Nos Dias Atuais
Sábado
03
15h
Sebastião Pimenta
Parentes  (Fonte Viva cap.156)
4ª feira
07
20h
Gilberto Bordalo
União Conjugal Difícil
6ª feira
09
20h
Terezinha Shah
Lei de Causa e Efeito
Sábado
10
15h
Regina Trindade
Ouçamos Atentos (Vinha de Luz cap. 18)
4ª feira
14
20h
Luiz Martins
Parábolas e Narrativas do Evangelho de Jesus
6ª feira
16
20h
Ana Maria
Suicidas (CI cap.5)
Sábado
17
15h
Wanderley Alves
Porta Estreita (Vinha de Luz cap. 20)
4ª feira
21
20h
Rosa Martins
A Ciência Confirmando a Doutrina
6ª feira
23
20h
Silvio Diniz
Resistência ao Mal (Joana de Angelis)
Sábado
24
15h
Antonio Carlos Perri
A Negação de Pedro (Boa Nova cap. 20)
4ª feira
28
20h
Edson Ribeiro
Transfiguração no Tabor
6ª feira
30
20h
Prece aos Desencarnados



Marcos Nunes e
Regina Trindade
Parábola do Jovem Rico
Máximas de Jesus
: Mc.1:16 e 17 e Jo .6:34 e 35
OUTUBRO
DIA/HORA
EXPOSITOR
TEMA
Sábado
01
15h
Maria Tereza Rodrigues
Que Pedes? (Vinha de Luz cap. 35)
4ª feira
05
20h
Ricardo Teixeira
Kardec Como Educador
6ª feira
07
20h
Marcos de Mário
Casamento e Família
Sábado
8
15h
Stela Pereira
Não se envergonhar
(Vinha de Luz cap. 51)
4ª feira
12
20h
Leon Diniz
Precursores da Idéia Cristã e do Espiritismo (ESE)
6ª feira
14
20h
Luiz Antonio
Francisco de Assis
Sábado
15
15h
Marcos Nunes
Acorda e Ajuda (Fonte Viva cap. 143)
4ª feira
19
20h
Cláudio Amaral
Tema Livre
6ª feira
21
20h
Joaquim Couto
Encarnação/|Objetivos
Sábado
22
15h
Gilmar Leite
Diante da Multidão (Fonte Viva cap. 104)
4ª feira
26
20h
Luiz Carlos
Influência dos Espíritos sobre Nossos Pensamentos e Ações
6ª feira
28
20h
Prece aos Desencarnados






29
15h
Dalva Clara e
Marcos Nunes
Parábola Acerca da Providência
Máximas de Jesus: Mc.13:5 e Mc.8:27
Sábado
30
15
Roberto Coelho
Maria de Magdala (Boa Nova cap.20)